sábado, 6 de fevereiro de 2016
Poema Instantâneo XI
O Feio Adormecido
Um silvo constante me atormenta:
A decepção me faz caudalosa tormenta
O desespero passeia em minha boca amarga
Mariposas negras passeiam no meu estômago
Meus olhos ardem suplicando o pranto
Sigo sem rumo, atormentado e trôpego
Apesar de acostumado com tantos fracassos
Persisto o passo e nunca desisto
Mas a lastimosa rotina vem e me atinge
Tornando meu ser irritado e arisco
A última esperança é deitar e dormir
[Mas não por pouco tempo como sempre fiz]
e quem sabe num sono eterno e tranquilo
Eu consiga nos sonhos, meu final feliz.
Minha autoria
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